Entre os diversos pisos do mercado, escolhemos 10 que ajudam você a construir ou reformar.
- Porcelanato. Massa única já colorida, com matéria-prima nobre. Há semi-polido, polido, rústico, esmaltado e digital (imitando madeira, mármore e granito). Vários tamanhos, do 15×50 ao 120×120.
- Laminado de madeira. Lâminas de madeira; piso flutuante (não colado), em sistema de encaixe Click sobre manta, preso pelos rodapés. Sustentável (madeira reflorestada).
- Mármore. Rocha metamórfica de coloração uniforme e veios definidos. Só para ambiente interno. Pode ser cortado na medida que você quiser (ajuda na paginação). Custo elevado — poucas jazidas no Brasil.
- Granito. Beleza, resistência e durabilidade — de residência a aeroporto. Várias tonalidades (quanto mais raro, mais caro). Cortável sob medida. Conhecidos: Cinza Andorinha, Preto São Gabriel, Verde Ubatuba, Branco Itaúna.
- Silestone. Na verdade é uma marca (Cosentino): superfície de quartzo natural + outros compostos, lisa, brilhante e de altíssima resistência. Alternativa ao mármore e granito em interiores.
- Tábua corrida. Madeira natural de lei. Muita beleza e conforto, mas não sustentável. Instalada sobre ripamento, encaixe macho-fêmea; depois precisa raspar e sintecar.
- Piso vinílico. Resina de PVC com estampa que imita madeira, em réguas (ex.: 15×90, 20×120). Encaixe Click sobre manta. Para área interna de menor tráfego (há versões para alto tráfego, como academia).
- Tacão. Sucesso de 1960 a 1980; hoje em ambiente específico e custo elevado. Como a tábua corrida, raspa e sinteca. Madeiras comuns: grápia, cumaru e ipê.
- Cimento queimado. Baixo custo e, bem feito, ótimo acabamento. Interno e externo — comum em bar, galpão, e agora também em casa e apartamento.
- Ladrilho hidráulico. Revestimento artesanal à base de cimento, em dupla camada por prensagem. Teve apogeu entre o fim do séc. XIX e meados do XX — alternativa ao mármore que não exige cozimento.
Da teoria à prática
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Cristiano Goulart Duarte
Engenheiro civil · Construmad e JLM · +100 mil m² de obra
Escreve sobre o dia a dia real do canteiro. Autor do livro “5 Passaportes e Um Destino” e criador do app de gestão de obra ALVA OBRAS.
